Relatório da UN Watch nomeia sete operativos do Hamas que a UNESCO chorou como jornalistas

A UN Watch publicou na quarta-feira um relatório intitulado A identificação errada pela UNESCO de operativos terroristas como jornalistas em Gaza, documentando sete membros do Hamas e da Jihad Islâmica Palestina que a agência cultural da ONU lamentou como jornalistas mortos e depois não corrigiu após os próprios grupos terroristas os reconhecerem como combatentes. Os casos nomeados incluem Mohammed Abu Armana, listado pela UNESCO como repórter da Palestine Now antes de um vídeo do Hamas mostrá-lo como comandante de pelotão armado, e Anas al-Sharif, ligado por evidências israelenses a uma célula de foguetes do Hamas. O diretor executivo Hillel Neuer escreveu ao diretor-geral Khaled el-Anany que a UNESCO se tornou um canal para propaganda do Hamas, exigindo retratações, uma comissão independente de inquérito, ação disciplinar contra os responsáveis e novas salvaguardas de verificação.