Promotores pedem revogação da cidadania de dois condenados por ajudar o Hamas
A Promotoria do Estado pediu na quarta-feira ao Tribunal Distrital Central que revogasse a cidadania de Rani Ouf e Shadi Aidi, ex-funcionários da Cellcom condenados por ajudar um inimigo durante a guerra e transmitir informações destinadas a prejudicar a segurança do Estado. O pedido, aprovado pela procuradora-geral e apresentado por determinação do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu no exercício de sua autoridade como ministro do Interior, é o primeiro formulado por meio de um processo criminal por quebra de lealdade. Os homens usaram amplo acesso aos sistemas para planejar, em favor do Hamas, a interrupção da infraestrutura da Cellcom durante a guerra. Ouf recebeu pena de 11 anos de prisão em 2024; Aidi, de cinco anos e meio.