Israel condena inscrição de Sebastia pela UNESCO como tentativa de reescrever a história

Israel condenou a decisão da UNESCO de inscrever Sebastia, a antiga Samaria, como sítio palestino do Patrimônio Mundial em perigo. A embaixadora Nina Ben-Ami, vice-diretora-geral do Ministério das Relações Exteriores para a ONU e organizações internacionais, afirmou que a adesão palestina à UNESCO não tem efeito jurídico perante o direito internacional e que Israel não reconhece suas candidaturas. Ela acusou a delegação palestina de tentar reescrever a história judaica e disse que nenhum comitê poderia apagar as antigas raízes de Israel em sua pátria ancestral. O comitê da UNESCO incluiu o sítio arqueológico de 79 hectares, a noroeste de Nablus e antiga capital do Reino bíblico de Israel, tanto na Lista do Patrimônio Mundial quanto na lista do patrimônio em perigo.