Votação do Likud enfrenta recontagem após margem de dois votos e alegações de irregularidades

O tribunal do Likud analisa novas provas e petições que alegam irregularidades nas cédulas da votação da semana passada no Comitê Central sobre propostas de Benjamin Netanyahu e Haim Katz. Uma mudança nas regras que permitiu a ministros e parlamentares em exercício disputar vagas distritais foi aprovada por apenas dois votos, depois que o protocolo inicial registrou margem de cinco votos, de 1,678 contra 1,673. O presidente do tribunal, Michael Kleiner, nomeou um painel ampliado de cinco juízes para analisar as petições no domingo, e uma recontagem é esperada. Um dirigente de alto escalão do partido disse que provas significativas verificadas poderiam levar à anulação do resultado ou à repetição da votação.