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Chefe da Organização Badr pede que milícias iraquianas adiem ataques à Arábia Saudita com o fim do prazo

Courtroom-sketch editorial illustration of three uniformed Iraqi military and counter-terrorism commanders seated close together at a meeting table lined with microphones in an ornate room, the foreground officer in desert camouflage with an Iraqi flag shoulder patch and his head bowed over papers.

Hadi al-Amiri, líder da Organização Badr iraquiana, a maior facção das Forças de Mobilização Popular (PMF) apoiadas pelo Irã, divulgou um vídeo em que pediu aos grupos aliados que adiem qualquer resposta aos ataques americanos e sauditas de 29 de julho contra posições da Mobilização Popular, dizendo-lhes para “morder a ferida” em nome dos interesses superiores do Iraque e para buscar os direitos dos mortos e feridos por meios diplomáticos. O apelo ocorreu no momento em que expirou o prazo de uma semana que a Resistência Islâmica no Iraque havia dado a Bagdá para retaliar. O primeiro-ministro Ali al-Zaidi colocou todas as forças militares e de segurança em alerta elevado. A Célula de Mídia de Segurança afirmou que os comandantes concordaram em não permitir que o Iraque se torne uma plataforma de lançamento de ameaças contra qualquer país.

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