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Arábia Saudita afirma que o pacto de defesa de Meca não está ligado a ambições nucleares nem a uma corrida armamentista

Courtroom-sketch editorial illustration of three national leaders in formal dress greeting one another with a handshake inside an ornate palace reception hall with chandeliers, flanked by aides and a uniformed military officer.

O vice-ministro saudita de Diplomacia Pública, Rayed Krimly, afirmou em uma publicação no X que o Acordo de Defesa Conjunta de Meca com a Turquia e o Paquistão não está ligado a nenhuma ambição nuclear nem a uma corrida armamentista e está voltado para a construção de capacidades sustentáveis. Ele disse que o acordo não cria nenhum eixo militar nem bloco sectário e não ameaça nenhum país da região. O presidente turco Recep Tayyip Erdogan, o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman e o primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif o assinaram em Meca na sexta-feira, e o texto trata um ataque armado contra um deles como um ataque contra os três. O Paquistão é a única potência nuclear do mundo muçulmano, e a pesquisadora do Instituto de Estudos de Segurança Nacional Gallia Lindenstrauss classificou o pacto como um desdobramento preocupante da perspectiva de Israel.

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