Investigação das IDF aponta para uma carga antiga em Majdal Zoun e não descarta manipulação do Hezbollah

As IDF investigam a explosão que matou os reservistas Harel Birenstock e Tamir Vaknin, do Batalhão 2855, e feriu gravemente outros quatro em Majdal Zoun, entre Tiro e a fronteira. Os achados no local indicaram uma detonação mais forte que a de um artefato comum, e peritos da Força Aérea descartaram uma munição não detonada de meses atrás que caíra a mais de 100 metros. O comandante da Divisão da Galileia, o brigadeiro-general Yuval Gaz, determinou que a tropa vistoriou o prédio e saiu, e voltava a passar ao lado dele quando a carga explodiu. O Exército avalia cada vez mais que o artefato era antigo, enquanto o Comando Norte afirma que o Hezbollah atua no local e pode tê-lo manuseado. O major-general Rafi Milo não encerrou a investigação.