Líbano aprova anistia geral, mas situação de famílias em Israel segue em disputa

O Parlamento libanês aprovou na quarta-feira uma lei de anistia geral, encerrando um debate de anos marcado por reivindicações sectárias e pela superlotação dos presídios. A lei comuta penas de morte, reduz prisões perpétuas e liberta alguns militantes condenados e infratores ligados a drogas, mas exclui homicídio premeditado, financiamento do terrorismo, corrupção, estupro e tráfico. A deputada das Forças Libanesas Ghada Ayoub disse que civis que fugiram para Israel após a retirada de 2000 podem voltar. A aplicação da lei a essas famílias, porém, continua incerta, e condenados por colaboração com Israel estão excluídos.