Equipe da Universidade Hebraica produz proteína láctea em sementes de cártamo

Pesquisadores da Universidade Hebraica liderados pelo professor Oded Shoseyov produziram beta-caseína em sementes de cártamo resistentes à seca e produtoras de óleo, depois de demonstrarem inicialmente a abordagem em Arabidopsis. A proteína láctea contribui para a textura, a coagulação e a emulsificação, além do derretimento e da elasticidade do queijo. No experimento publicado com Arabidopsis, a melhor linhagem produziu beta-caseína equivalente a 1.26% do total de proteína solúvel da semente, ou 3,669 nanogramas por miligrama de peso da semente, mantendo uma taxa de germinação de 91%. Shoseyov afirmou que a extração do produto do cártamo envolve prensar as sementes e centrifugar a mistura resultante para separá-la em creme rico em proteína e sólidos.