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Irã reconstruiu seu arsenal de mísseis com a expiração do memorando americano de 60 dias, dizem autoridades

Courtroom-sketch editorial illustration of a pale blue cruise missile climbing away from a warship's deck launcher over open sea, trailing a long white exhaust plume, with the ship's mounted deck gun, railing and equipment silhouetted in the foreground under a hazy sky.

O prazo de 60 dias do memorando que o Irã assinou com Washington em 17 de junho, que oferecia isenções de sanções e acesso a fundos congelados em troca da reabertura do estreito de Ormuz, expirou à meia-noite de domingo sem um acordo final. Autoridades iranianas e árabes afirmaram que Teerã usou esses dois meses para reconstruir seu arsenal de mísseis em vez de negociar, por considerar que o acordo era uma tentativa americana e israelense de ganhar tempo para um ataque maior. A Guarda Revolucionária assumiu controle mais amplo das forças armadas e acelerou a produção de mísseis e drones. O Irã restaurou bases de mísseis e melhorou a precisão mais rápido do que autoridades israelenses haviam avaliado, e Israel se prepara para a retomada dos combates.

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