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ONU contabiliza 907 trabalhadores humanitários atacados em 2025, e Gaza é o cenário mais letal pelo terceiro ano

Courtroom-sketch editorial illustration of the aftermath of an attack on a United Nations vehicle on a sandy Gaza roadside: the mangled, stripped-out wreck of a white UN car lies collapsed across the left foreground in a spill of torn panels and twisted metal, a UN staff member in a blue helmet and pale flak vest stands over it with his head bowed as he examines the remains, an intact white UN four-wheel-drive marked with dark block lettering waits on the roadway behind a long ochre sand berm at

O escritório humanitário das Nações Unidas informou na quarta-feira que 907 trabalhadores humanitários foram mortos, feridos ou sequestrados em todo o mundo em 2025, um total recorde que atribuiu à Aid Worker Security Database, da organização Humanitarian Outcomes. O número de mortos caiu para 350, ante os 383 que o escritório havia registrado para 2024, enquanto 322 ficaram feridos e 235 foram sequestrados. Gaza foi apontada como o cenário mais letal pelo terceiro ano, com 186 humanitários mortos, seguida do Sudão com 71. O comunicado não atribui responsabilidade por essas mortes e associa a tendência mais ampla à disseminação de drones armados baratos, citando Sudão, Ucrânia e Colômbia. O coordenador de Socorro de Emergência, Tom Fletcher, disse que os Estados devem respeitar o direito internacional humanitário.

Fontes

Fontes primárias:12

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