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Juíza de Nova York rejeita ação por discriminação de ex-professor de Columbia pró-Hamas

Courtroom-sketch editorial illustration of former Columbia University visiting professor Mohamed Abdou, a bearded man with short graying hair in a gray fleece jacket, speaking toward the camera in a head-and-shoulders video-interview frame before tall wooden panelled doors with a small slate-blue notice on the pale wall behind him, drawn in warm ochre and slate-blue chalk and pastel strokes with cross-hatching on sepia newsprint.

Uma juíza da Suprema Corte do condado de Nova York, Kathleen Waterman-Marshall, rejeitou a ação por discriminação e difamação movida por Mohamed Abdou, ex-professor visitante da Universidade Columbia que escreveu em outubro de 2023 estar ao lado da muqawamah, a resistência, fosse ela o Hamas, o Hezbollah ou a Jihad Islâmica. Abdou processou a Columbia, a ex-presidente Minouche Shafik e o professor Shai Davidai por causa do depoimento de Shafik ao Congresso, no qual ela o chamou de antissemita, e do que descreveu como um ambiente de trabalho hostil. O tribunal entendeu que ele não apresentou nenhum fundamento de que manifestar desaprovação a uma organização terrorista estrangeira em uma audiência do Congresso configure discriminação, e concluiu que Davidai criticou seus ataques a Israel, não sua identidade. Abdou recorreu da decisão.

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