
올리버 슈튄켈
@OliverStuenkel · 남아메리카
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Petróleo sobe quase 4% e supera US$ 108 após ataques em Hormuz e na Arábia Saudita https://t.co/fMETKBtfkR
BRICS Is Divided on Iran. So Are NATO and the G-7. The bloc isn’t a geopolitical alliance, and it shouldn’t be expected to function like one. https://t.co/3vNV3yZ7bG
Xi na Índia, Irã e Emirados à mesa: o BRICS como espaço de conversa entre rivais https://t.co/1p3TnajMYO
Russia hits Kyiv-Warsaw train on line used by foreign leaders Train struck on route used minutes earlier by ex-Swedish Prime Minister Carl Bildt and other officials returning from summit https://t.co/0EQeLOgsuF via @ft
Irã teve acesso a imagens de satélite chinesas antes de realizar ataque mortal a base dos EUA na Jordânia https://t.co/JkgGs3AnHy
Saudi Arabia shuts East-West pipeline that bypasses Hormuz after attacks Move is likely to put further momentum behind fast-rising oil prices https://t.co/CQUn3zUtRY via @ft
Cuba's foreign minister says no negotiations underway with the United States https://t.co/a0hJLej04k
Com Steve Feldstein no lançamento de seu novo livro, "Bytes and Bullets: Global Rivalries, Big Tech, and the New Shape of Modern Warfare" (algo como "Bytes e balas: rivalidades globais, as big techs e a nova face da guerra moderna"). Steve, meu colega no Carnegie Endowment, é um dos principais especialistas dos Estados Unidos em tecnologia, democracia e conflito. Seu livro anterior, "The Rise of Digital Repression" ("A ascensão da repressão digital"), já era leitura obrigatória para quem quer entender como regimes autoritários usam a tecnologia para se manter no poder. Em "Bytes and Bullets", ele mostra como a inovação tecnológica migrou dos governos para empresas privadas — e como isso está transformando a competição geopolítica e a própria natureza da guerra. A partir de pesquisas de campo na Ucrânia, no Oriente Médio e no Vale do Silício, Steve analisa como a inteligência artificial, os drones autônomos e outras tecnologias reconfiguram o poder no sistema internacional, com empresas de tecnologia atuando cada vez mais fora do controle dos Estados. O que mais me interessa é o que essas análises significam para países como Brasil, Índia e Indonésia, que buscam um caminho mais independente para ampliar sua autonomia estratégica em um mundo cada vez mais polarizado entre Estados Unidos e China. Assim que terminar a leitura, publico aqui um vídeo sobre o tema. Tendo escrito vários livros, sei o quanto é difícil, hoje em dia, produzir uma obra dessas: com todo mundo conectado o tempo todo e com um tema que muda a cada semana, escrever um livro exige uma disciplina rara. Parabéns, Steve!
New AmericasBarometer report finds modest but widespread recovery in support for democracy across the Americas https://t.co/r0uDaB8VxI
Flávio Bolsonaro lidera doações eleitorais com R$ 44 mi milhões https://t.co/iSpVUXLMGk
Petróleo sobe e fica perto dos US$ 100 após onda de ataques dos houthis contra Arábia Saudita https://t.co/ro7ibZdlgR
Por que a vitória da AfD é celebrada em Washington, Moscou e Pequim https://t.co/zE2hAGiUVN
Jornal alemão conservador FAZ traça perfis dos novos deputados da AfD: entre eles, um ator pornô q falsificou o certificado escolar, e um investigado por integrar grupo neonazista antissemita proibido, q sediou ritual pagão com chifres de animais e canto da Juventude Hitlerista https://t.co/NidcCAanRy
Por que tantos eleitores na antiga Alemanha Oriental votam em partidos anti-sistema? https://t.co/tOOcuGvOF1
A extrema direita chegou a 44% em um estado alemão: como os outros partidos devem reagir? https://t.co/EHYMEWT1gA
O nacionalismo de slogans da AfD em uma cena: em 2021 Tino Chrupalla, copresidente do AfD, defendeu num programa infantil de TV que as escolas ensinassem mais poesia alemã. O repórter mirim perguntou qual era seu poema favorito. Ele admitiu q nenhum lhe vinha à cabeça https://t.co/G4GMnLCOLx
O que fazer quando um número crescente de eleitores apoia um partido cujas pautas são incompatíveis com a Constituição? Minha coluna sobre a eleição estadual na Saxônia-Anhalt, na Alemanha, em que a extrema direita disparou a 44,5%. https://t.co/OPjwAdHcxy
Por que a AfD, cuja principal pauta é anti-imigração, recebeu tantos votos num estado onde apenas 8% das pessoas são estrangeiros, menos da metade da média nacional? https://t.co/OPjwAdHcxy
Maior fundo soberano do mundo quer se desfazer de US$ 80 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA https://t.co/2K5zFYsID6
'Bukele decide quem é criminoso em El Salvador’, diz jornalista que precisou deixar o país após investigar ligação do governo com criminosos https://t.co/1fa4Qe7XYf
A primeira projeção, que na Alemanha costuma acertar, dá à AfD uma vitória folgada na eleição estadual da Saxônia-Anhalt, no leste do país. São cerca de 44,5% dos votos, quase 24 pontos a mais do que em 2021 e o melhor resultado que o partido já teve. Desde 2023 o serviço de inteligência doméstica do estado classifica a AfD como "comprovadamente extremista de direita", porque o partido defende uma concepção étnica de quem é alemão e nega que imigrantes e muçulmanos pertençam à sociedade em pé de igualdade. A AfD quer a "remigração", ou seja, a expulsão em larga escala de estrangeiros, e o fim das sanções à Rússia. Seu candidato, Ulrich Siegmund, esteve na reunião secreta de Potsdam em 2023, na qual foi apresentado um plano de deportações em massa. Segundo a imprensa, ele defendeu ali "pressionar restaurantes estrangeiros" e tornar a vida dos imigrantes "o mais desagradável possível" para que fossem embora. A CDU, partido de centro-direita do chanceler Friedrich Merz, governava o estado desde 2002 e caiu para 18,5%. A Linke, de esquerda socialista, ficou com 9,5%, e os Verdes com 9%. O SPD, social-democrata e sócio de Merz em Berlim, teve 8%. A BSW de Sahra Wagenknecht, que combina economia de esquerda com posições anti-imigração e pró-Rússia, entrou com 5%. O liberal FDP, com 2%, ficou fora do parlamento. Sem a AfD só existe maioria se os outros cinco partidos, da CDU à Linke e à BSW, se juntarem. A alternativa é romper o chamado "muro de proteção", a Brandmauer, o compromisso de todos os partidos alemães de não governar com a extrema direita. Ou seja, os demais partidos vão ter de escolher entre uma coalizão dessas, um governo minoritário ou levar a AfD pela primeira vez a um governo estadual.
A Alemanha deve proibir seu segundo maior partido? O avanço da AfD na Alemanha reabre o debate sobre os limites da tolerância democrática — e evoca as consequências trágicas da hesitação diante do nazismo nos anos 1930 https://t.co/7He9j419Bh
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Moraes pede a Fachin investigação de André Mendonça por abuso de autoridade https://t.co/hdqcbberNT
Nikolas pediu ajuda a Vorcaro para liberar minério, e banqueiro afirmou bancar voos dele, diz site Segundo reportagem, parlamentar demonstra proximidade e chama ex-banqueiro de 'lindão' https://t.co/4kyIuWsins
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