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Nicarágua alega na CIJ que armas alemãs para Israel violam a Convenção sobre Genocídio

Courtroom-sketch editorial illustration of Nicaragua's legal team seated at counsel tables inside the International Court of Justice, with three robed lawyers in the foreground and attendees behind them, drawn in warm ochre and slate-blue pastel with cross-hatching on sepia newsprint.

A Nicarágua disse aos juízes da Corte Internacional de Justiça que a Alemanha violou a Convenção sobre Genocídio ao fornecer armas e outras formas de apoio a Israel, enquanto Manágua apresentava os argumentos da primeira rodada em seu caso contra Berlim. Seu agente, Carlos José Argüello Gómez, afirmou que a Alemanha não poderia desconhecer o grave risco de que atos potencialmente genocidas estivessem ocorrendo. A Alemanha nega a alegação e diz que a Nicarágua apresentou a ação sem buscar adequadamente uma solução bilateral; as audiências tratam das objeções preliminares sobre jurisdição e admissibilidade, não do mérito. Israel não é parte no caso, rejeita firmemente as acusações de genocídio e diz que sua campanha ocorreu após os ataques do Hamas de 7 de outubro de 2023.

Fontes

Fontes primárias:1Fontes secundárias:2

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