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O Estado pede ao Supremo Tribunal que rejeite pedido de libertação de Abu Safiya e 13 médicos de Gaza

Israel pediu na terça-feira ao Supremo Tribunal de Justiça que rejeitasse uma petição da Physicians for Human Rights Israel que busca a libertação de 14 médicos palestinos de Gaza detidos ao abrigo da Lei dos Combatentes Ilegais, incluindo o diretor do Hospital Kamal Adwan, Hussam Abu Safiya. Advogados do Estado disseram que cada ordem de detenção se baseia em informações classificadas de segurança individualizadas revisadas por funcionários autorizados e que revisões periódicas continuam a confirmar os fundamentos legais, observando que alguns detidos de Gaza já foram libertados quando os fundamentos deixaram de se aplicar. Abu Safiya foi examinado por profissionais de saúde ao chegar ao Centro de Detenção de Nitzan em 24 de junho, permanece sob acompanhamento médico regular e em nenhum momento houve indicação de risco à vida, disse o Estado ao tribunal, acrescentando que não foram encontradas evidências que sustentassem as alegações de maus-tratos da PHRI. O depoimento do advogado Nasser Odeh alegou que Abu Safiya apresentava ferimentos visíveis na cabeça e no pescoço, e a PHRI pediu ao tribunal que ordenasse um exame médico independente e uma revisão judicial independente. O Estado também rejeitou o argumento de que o chefe do Estado-Maior das FDI deve assinar pessoalmente cada pedido de cancelamento, citando uma emenda temporária de guerra que permite a um general de brigada exercer essa autoridade.

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Fontes secundárias:Atualizado em 7 de julho de 20261234
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