Israel refuta auditoria da AP sobre reforma dos pagamentos a terroristas
Israel rebateu na sexta-feira um anúncio da Autoridade Palestina de que uma auditoria externa da Alvarez & Marsal concluiu que seu programa de bem-estar reativado já não baseia pagamentos na condição de mártir, detido, prisioneiro ou ferido. A AP disse que a elegibilidade no Programa Nacional Unificado de Proteção e Cuidado agora é calculada apenas por critérios de pobreza, sociais e geográficos, e que nenhuma variável revisada estava ligada a categorias de presos de segurança ou mártires. Um funcionário israelense disse que a auditoria é insuficiente porque canais encobertos ou por baixo da mesa exigem revisão de inteligência, e o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que os pagamentos a terroristas continuam sendo política da AP. Ramallah quer que o resultado apoie uma revisão americana de conformidade sob a Lei Taylor Force, enquanto Israel pressiona aliados a não tratar a auditoria sozinha como prova de que incentivos ao terrorismo terminaram.