O primeiro-ministro da Guiné-Bissau diz que as eleições de 6 de dezembro não podem realizar-se
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O primeiro-ministro de transição da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, afirmou em 8 de outubro que não estavam reunidas as condições para as eleições presidenciais e legislativas marcadas para 6 de dezembro de 2026. Invocou o fim dos mandatos das direções de vários partidos políticos e o incumprimento do prazo de 6 de outubro para a apresentação de candidaturas ao Supremo Tribunal de Justiça. Separadamente, a comissão eleitoral afirmou que o calendário era tecnicamente impraticável, porque a preparação deveria ter começado 90 dias antes da votação e os prazos exigidos não tinham sido cumpridos. Ambas as declarações indicavam que a decisão oficial de manter ou cancelar a data continuava a caber ao presidente de transição, Horta Inta-A.
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