Suprema Corte limita auditorias do 7 de outubro em decisão unânime
A Suprema Corte de Israel aceitou por unanimidade duas petições contra o trabalho de auditoria do 7 de outubro do controlador do Estado Matanyahu Englman, ao decidir que ele excedeu sua autoridade em quatro revisões centrais de segurança e política. As reportagens dizem que o tribunal proibiu a continuidade de apurações sobre a política para Gaza, a defesa da fronteira, o tratamento de inteligência e a conduta política, das FDI e do Shin Bet durante a invasão e massacre do Hamas. Outras quatro revisões poderão continuar apenas depois de novos procedimentos que deem aos responsáveis afetados pleno direito de serem ouvidos. A decisão preserva os limites do Estado de direito, mantendo a obrigação de Israel de investigar falhas, aprender lições e responder às famílias enlutadas por meio de um mecanismo estatal adequado.