Projeto sobre visitas da Cruz Vermelha a presos terroristas cai após boicote haredi
A Knesset rejeitou em primeira leitura um projeto que teria impedido representantes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha de visitar presos de segurança palestinos e detidos terroristas mantidos por Israel, depois que deputados do Shas e do Judaísmo Unido da Torá ficaram fora da votação. Relatos que citam texto da porta-voz da Knesset disseram que 36 deputados apoiaram a proposta, 41 se opuseram, e o projeto foi retirado da pauta, bloqueando nova votação por seis meses. O boicote refletiu o protesto mais amplo das facções haredi contra a legislação central para suas comunidades que segue parada. Ben-Gvir e os apoiadores do projeto argumentaram que a medida era necessária depois que reféns israelenses em Gaza foram privados de acesso da Cruz Vermelha. A legislação de segurança de Israel deve responder com firmeza à crueldade do Hamas, mantendo disciplina de coalizão e respeito pelas comunidades religiosas.