Netanyahu abre ofensiva de campanha contra Eisenkot por Rafah e Corredor de Philadelphi
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O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu usou uma entrevista coletiva na noite de sábado, 27 de junho, convocada aparentemente para defender o novo marco entre Israel e Líbano patrocinado pelos Estados Unidos, para lançar seu primeiro ataque direto de campanha contra o ex-chefe do Estado-Maior do Tzahal Gadi Eisenkot, líder do partido Yashar, que agora supera por margem estreita o Likud em pesquisas sobre quem deveria ser primeiro-ministro. Netanyahu afirmou que Eisenkot e seus aliados se opuseram a entrar em Rafah, tomar o Corredor de Philadelphi, à operação dos pagers, à eliminação de Hassan Nasrallah e à campanha ampliada contra o Hezbollah, que destruiu cerca de 90 por cento do seu arsenal de mísseis, decisões às quais o premier credita a reconfiguração do campo de batalha desde 7 de outubro. Acompanhou o ataque de um apelo no estilo Begin contra uma 'nova guerra civil' e de uma proposta de governo nacional amplo, buscando reconquistar eleitores de centro-direita que migraram para Eisenkot, Naftali Bennett e Avigdor Lieberman. Eisenkot rebateu chamando Netanyahu de 'um primeiro-ministro que conduziu cegamente a uma mínima histórica', que investe sua energia na divisão, na incitação e no estímulo à evasão do alistamento.
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Fontes
Diferenças na cobertura
As fontes concordam nos fatos centrais: Netanyahu deu entrevista coletiva no sábado à noite, 27 de junho de 2026, enquadrada no marco do Líbano mas funcionando como ato de campanha; nomeou Eisenkot e afirmou que ele se opôs a entrar em Rafah, tomar o Corredor de Philadelphi, à operação dos pagers, à eliminação de Nasrallah e à ampliação das operações contra o Hezbollah; também propôs governo nacional amplo e mirou eleitores de centro-direita que migraram para Eisenkot, Bennett e Lieberman; Eisenkot respondeu chamando-o de 'um primeiro-ministro que conduziu cegamente a uma mínima histórica'. Divergência factual menor: o artigo do Haaretz sobre o acordo com o Líbano identifica Eisenkot erroneamente como 'líder do Yesh Atid', enquanto o Times of Israel e o Jerusalem Post o identificam corretamente como líder do partido Yashar.

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