Israel e Parscale rejeitam alegação de campanha contra negociações com o Irã
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O Ministério das Relações Exteriores de Israel e o ex-chefe da campanha de Trump Brad Parscale rejeitaram as alegações de que uma campanha digital financiada por Israel tentou frustrar a diplomacia dos Estados Unidos com o Irã. O ministério disse que contratou legalmente uma agência experiente para combater o ódio contra judeus e Israel, fortalecer a aliança entre Estados Unidos e Israel e agir com transparência sob a lei americana, sem interferir na política dos Estados Unidos. Parscale, cuja empresa recebe US$ 1,5 milhão por mês segundo registros públicos, disse que não atacou o governo nem se opôs à proposta sobre o Irã. O vice-presidente JD Vance afirmou que a campanha pagou influenciadores americanos que o atacaram e tentaram afundar as negociações.
Fontes
Diferenças na cobertura
As fontes divergem factualmente sobre o objetivo e a atividade da campanha: Vance diz que o trabalho financiado por Israel pagou influenciadores que o atacaram e tentaram frustrar as negociações com o Irã; o Ministério das Relações Exteriores e Parscale dizem que a campanha declarada combate o antissemitismo, cumpre a lei americana e não se opôs ao governo nem à sua proposta sobre o Irã. Os demais fatos são uniformes: Israel contratou a Clock Tower X, de Parscale, para uma campanha de comunicação nos Estados Unidos por US$ 1,5 milhão ao mês.

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