Coalizão liderada pela Arábia Saudita avisa que não deixará os houthis alterarem o equilíbrio de forças no Iêmen
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Uma fonte próxima às Forças Armadas sauditas disse na sexta-feira que a coalizão que apoia o governo do Iêmen desde 2015 não ficará de braços cruzados enquanto as forças houthis apoiadas pelo Irã intensificam os ataques contra as tropas iemenitas. A fonte, que falou sob condição de anonimato, afirmou que a coalizão não busca a escalada, mas não permitirá que o atual equilíbrio de forças no terreno seja alterado. O porta-voz houthi Yahya Saree disse que o grupo atingiu concentrações militares apoiadas pela Arábia Saudita em Marib e Hadramaute, incluindo a área de Al-Wadiah, perto da fronteira saudita. O Comando de Operações Conjuntas do Iêmen confirmou a morte de 17 soldados e oficiais. Um funcionário militar iemenita disse que o ataque aos acampamentos de tropas foi o pior no Iêmen desde 2022.
Fontes
Diferenças na cobertura
As fontes divergem factualmente sobre o número de mortos no ataque houthi a Marib e Hadramaute: o Comando de Operações Conjuntas iemenita, apoiado pela Arábia Saudita, confirmou 17 soldados e oficiais mortos; a France 24 relata uma fonte militar que aponta pelo menos 58 mortos, depois de fontes médicas citarem antes 38; a NBC News e o The War Zone informam pelo menos 30 mortos, citando autoridades iemenitas; e o porta-voz houthi Yahya Saree afirmou que houve centenas de mortos e feridos. Os demais fatos coincidem: ataques com mísseis balísticos e drones atingiram acampamentos do governo em Marib e Hadramaute, incluindo Al-Wadiah, e uma fonte próxima às Forças Armadas sauditas disse que a coalizão não busca a escalada, mas não permitirá que o atual equilíbrio de forças no terreno seja alterado.

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