Autoridades negam que Aisman tenha bloqueado acordo judicial com Urich
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Uma reportagem afirmou que o procurador do Distrito Central, Haim Wismonsky, acertou com o advogado do assessor de Netanyahu Jonatan Urich nove meses de serviço comunitário no caso do vazamento ao Bild, com o apoio da procuradora-geral Gali Baharav-Miara. Segundo a reportagem, o procurador do Estado Amit Aisman exigiu 12 meses de prisão, levando as negociações ao colapso. Em resposta conjunta, a procuradora-geral e o procurador do Estado classificaram a reportagem como falsa. Uma reportagem anterior, de março, afirmou que ambos haviam rejeitado uma proposta envolvendo acusações reduzidas e serviço comunitário, deixando a versão mais recente sob contestação.
Fontes
Diferenças na cobertura
As fontes divergem factualmente sobre as negociações: i24 e Walla informam que Baharav-Miara apoiou uma proposta de nove meses de serviço comunitário e que Aisman a bloqueou; a procuradora-geral e o procurador do Estado classificam a reportagem como falsa, enquanto o Times of Israel havia informado que ambos rejeitaram uma proposta de serviço comunitário. As fontes concordam que os termos propostos envolviam acusações reduzidas e serviço comunitário no caso de Urich sobre o vazamento ao Bild.

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