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Sukkot derruba memorial a terrorista; IDF diz que ação não foi autorizada

O deputado Zvi Sukkot, do Sionismo Religioso, entrou em Madama com assessores, sob proteção das IDF e da Polícia de Fronteiras, durante uma visita a memoriais que havia solicitado. Depois, imagens o mostraram golpeando com uma marreta um memorial em homenagem ao terrorista Yamen Faraj. Reportagens israelenses identificam Faraj como envolvido no envio do homem-bomba que, em 2003, assassinou quatro israelenses e feriu mais de 20 pessoas no entroncamento de Geha. As IDF disseram que a escolta não autorizava a demolição, que os comandantes interromperam a ação e que a visita desviou tropas de operações e as colocou em risco desnecessário. Sukkot afirmou que a visita foi coordenada e que agiu após pedidos anteriores para retirar memoriais em homenagem a terroristas não terem sido atendidos.

Fontes

Fontes secundárias:1234

Diferenças na cobertura

As fontes divergem factualmente sobre o alcance da autorização: Sukkot disse que a visita foi coordenada; as IDF afirmaram que a demolição não foi autorizada e estava fora do plano aprovado. Os demais fatos são uniformes: Sukkot golpeou o memorial em Madama durante uma visita com escolta, e os comandantes interromperam a ação.

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