Sweet Security oferece 30 dias de proteção gratuita em tempo de execução contra HTTP2Shell
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A Sweet Security anunciou em 27 de outubro que organizações afetadas pelo HTTP2Shell podem receber 30 dias de sua proteção em tempo de execução sem custo, incluindo empresas que ainda não são clientes. A oferta, chamada Sweet Safety Net, fornece sensores de execução e correções virtuais enquanto as equipes de aplicações trabalham em soluções permanentes. A empresa afirma que seus sensores aplicam uma política de proteção que bloqueia tentativas de exploração antes que atinjam o código vulnerável, sem exigir alterações no código das aplicações. O diretor executivo e cofundador Dror Kashti declarou: «Estamos observando tentativas de exploração do HTTP2Shell em ambientes reais neste momento». Segundo a Sweet, as cargas de trabalho recebem o status Protected depois que os sensores confirmam a aplicação da proteção, que as acompanha quando aumentam de escala ou são reiniciadas. Essas são as descrições da própria empresa sobre o funcionamento de seu produto. A Sweet afirma ter observado tentativas de exploração em 88% dos ambientes que monitora. Esse número se refere aos ambientes monitorados pela empresa. Seu anúncio identifica implementações afetadas de decodificação Brotli em Node.js, Bun, Python, Envoy e Istio, além dos frameworks Go Traefik, Fiber e Iris. A proteção oferecida destina-se a funcionar enquanto as organizações preparam correções permanentes. O anúncio sucede a divulgação feita pela Sweet em Tel Aviv em 25 de outubro de que sua pesquisa havia identificado uma exposição relacionada à decodificação Brotli em frameworks Go. O comunicado anterior advertiu que a mera presença de uma dependência não comprova a possibilidade de exploração: versões, uso do decodificador e configuração afetam a exposição real.
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