Desemprego no Brasil cai a 5,2%, menor taxa para o terceiro trimestre desde 2012
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A taxa de desemprego do Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, o menor patamar para esse trimestre desde o início da série estatística, em 2012, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 30 de outubro. A taxa era de 5,4% no trimestre anterior e de 5,6% um ano antes. O número de pessoas ocupadas atingiu o recorde de 103,6 milhões. A população desocupada caiu para 5,6 milhões, uma redução de 234.000 pessoas em relação ao trimestre anterior. A ocupação aumentou em 581.000 no mesmo período, incluindo um acréscimo de 210.000 na construção. O analista da pesquisa William Kratochwill afirmou: “Entre as atividades com ganhos de ocupação, destaca-se o crescimento na construção”. Os empregados do setor privado com carteira assinada, excluídos os trabalhadores domésticos, somavam 39,4 milhões, com estabilidade estatística tanto em relação ao trimestre anterior quanto a um ano antes. Indicadores mais amplos mostraram a persistência de lacunas no mercado de trabalho. A taxa de subutilização foi de 13,0%, estatisticamente estável em comparação com os 12,9% do trimestre anterior e inferior aos 13,9% de um ano antes. O número de pessoas desalentadas aumentou 7,5% no trimestre, para 2,5 milhões, embora tenha ficado 6,8% abaixo do registrado um ano antes. O rendimento médio real habitual foi de R$3.790, estável no trimestre e 3,6% maior do que um ano antes. A massa de rendimento real do trabalho atingiu o recorde de R$387,5 bilhões. A pesquisa domiciliar contínua abrange 211.000 domicílios em todos os 26 estados e no Distrito Federal a cada trimestre. A próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em outubro, está marcada para 27 de novembro.
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