Golan condena insultos a Eisenkot pela morte do filho
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O presidente do partido Os Democratas, Yair Golan, condenou na segunda-feira os insultos dirigidos a Gadi Eisenkot depois que manifestantes diante de sua casa em Herzliya acusaram o ex-chefe das FDI de ter matado o próprio filho. A reação de Golan ocorreu após uma manifestação na noite de domingo, quando um pequeno grupo de apoiadores de Netanyahu se reuniu diante da residência do presidente do Yashar. Em sua declaração na manhã de segunda-feira, Golan afirmou que os manifestantes haviam ultrapassado um limite ao dirigir a acusação a um pai que perdeu o filho. Ele responsabilizou Benjamin Netanyahu e seus apoiadores políticos por essa retórica. «Não há limite que eles não ultrapassem nem abismo ao qual não desçam», disse Golan. Esses comentários constituíam uma acusação política de Golan contra o campo de Netanyahu. Imagens do protesto mostraram um participante usando um megafone para dirigir a acusação a Eisenkot e chamá-lo de traidor, enquanto outros se juntavam ao coro. Golan expressou solidariedade a Eisenkot, a quem descreveu como amigo e parceiro político. Ele afirmou que um novo governo deveria substituir a retórica que condenava por um debate público responsável e respeitoso. O filho de Eisenkot, Gal Meir Eisenkot, morreu em combate em 7 de dezembro de 2023, aos 25 anos. O registro memorial do Ministério da Defesa o identifica como reservista de infantaria e filho de Hana e Gadi. Separadamente, esperava-se que Golan se reunisse na manhã de segunda-feira com o presidente do Yisrael Beytenu, Avigdor Liberman.
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