Exército israelense diz ter destruído explosivo colocado para atacar forças de segurança em Nur Shams
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Soldados israelenses e especialistas em desativação de explosivos da Polícia de Fronteira destruíram um artefato explosivo nos arredores de Nur Shams na terça-feira, 3 de novembro, após receberem informações de inteligência de que ele havia sido colocado para atacar as forças de segurança, informaram as Forças de Defesa de Israel. O comunicado identificou os participantes como integrantes da Brigada Ephraim e da Polícia de Fronteira da Judeia e Samaria. O artefato foi destruído em uma operação controlada para eliminar a ameaça. A mesma brigada já havia procurado explosivos colocados em Nur Shams. Em um relato ao qual o exército remeteu em 1 de fevereiro, os militares disseram que soldados do Batalhão Magen David, de número 8551, e forças de engenharia localizaram cinco artefatos durante uma operação baseada em novas informações de inteligência. Especialistas da Polícia de Fronteira os neutralizaram. O exército avaliou que aqueles artefatos haviam sido colocados mais de um ano antes, antes do início da Operação Muro de Ferro. O perigo dos artefatos explosivos na região também constou de um comunicado da promotoria militar de 3 de agosto. Segundo a denúncia descrita pelo exército, Kamal Khatib e outros integrantes do grupo detonaram remotamente uma bomba enterrada contra um veículo das forças de segurança em 1 de julho de 2024. O reservista Yehuda Geto morreu e outra pessoa ficou ferida.

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