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Tribunal queniano condena Paul Mackenzie a 200 anos pelos assassinatos de Shakahola

O Tribunal Superior do Quênia em Mombasa condenou Paul Nthenge Mackenzie em 6 de novembro a um total de 200 anos de prisão por assassinatos ligados às mortes na floresta de Shakahola. O caso abrangeu 191 vítimas no condado de Kilifi, sendo 190 crianças e um adulto. Mackenzie fundou a Igreja Internacional das Boas Novas. A juíza Diana Kavedza Mochache impôs 100 anos de prisão pela morte por fome de 183 vítimas e outros 100 anos pelo assassinato direto de oito crianças. As penas dentro de cada categoria serão cumpridas simultaneamente, enquanto as das duas categorias serão cumpridas consecutivamente. Os promotores haviam pedido a pena de morte, que a juíza se recusou a impor. Outros réus receberam penas de 10 a 160 anos de prisão. A juíza declarou: “A pena é adequada e justa.” O tribunal concluiu que o jejum forçado e a violência causaram as mortes. As autópsias identificaram inanição, além de estrangulamento, sufocamento e ferimentos causados por objetos contundentes. Mackenzie negou ter obrigado seguidores a passar fome, uma defesa rejeitada pelo tribunal. A pena sucede à condenação de 19 de outubro de 2026 por assassinatos cometidos entre janeiro de 2021 e setembro de 2023. A investigação mais ampla das valas comuns começou em 2023 e recuperou mais de 400 corpos, um total superior aos 191 assassinatos tratados neste caso. Mackenzie também enfrenta processos separados por homicídio culposo e terrorismo e nega essas acusações.

Fontes

Fontes secundárias:12
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