Famílias de vítimas de 7 de outubro fazem silêncio no dia da eleição na Praça dos Reféns
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Parentes enlutados e familiares de sobreviventes do cativeiro se reuniram na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, na manhã de terça-feira, 27 de outubro, iniciando suas declarações no dia da eleição com um minuto de silêncio às 06:29. As famílias pediram aos eleitores que se lembrassem de seus entes queridos e das falhas relacionadas ao ataque de 7 de outubro ao votar. As famílias disseram que os parentes assassinados no ataque e os mortos em combate já não podem votar nem exercer seus direitos democráticos. Os organizadores afirmaram que, após as declarações, os participantes deveriam seguir para os locais de votação, levando cartazes que pediam aos eleitores que se lembrassem dos mortos e dos reféns. Disseram que a atividade não era ligada a nenhum partido e não pediria votos para uma lista específica. Yona Adam, cuja filha Mapal Adam foi assassinada no festival Nova, discursou no encontro. “Lembrem-se de todos aqueles cujas vozes se calaram”, disse Adam. Ela pediu aos eleitores que tivessem em mente as pessoas mortas, os soldados caídos, as pessoas que vivem com traumas de combate e as famílias cujas vidas foram devastadas. Adam também pediu mudança e uma comissão estatal de inquérito, além de esperança e recuperação para as famílias e para Israel. Suas palavras uniram a lembrança dos mortos à exigência de examinar as falhas relacionadas a 7 de outubro. A concentração levou esses apelos à praça na manhã da eleição para o Knesset.
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