Trump teria sido instado a decidir sobre nova campanha no Irã antes da posse do Congresso em janeiro
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Alguns assessores instaram o presidente Donald Trump a considerar a retomada de grandes operações de combate no Irã antes de o novo Congresso tomar posse em janeiro, segundo dois funcionários dos Estados Unidos. A informação, publicada na madrugada de sábado em Israel, descreve um alerta sobre uma oportunidade de ação que está se estreitando. Funcionários do governo e da defesa teriam dito a ele que deveria agir nas próximas 8 semanas, antes da posse de um Congresso controlado pelos democratas. O cronograma relatado diz respeito a um conselho ao presidente sobre uma possível nova campanha. A informação disponível ao público não especificou a data em que essa orientação privada foi transmitida. A recomendação relatada não comprova que Trump tenha ordenado outra operação ou escolhido uma data para um ataque. Separadamente, Trump afirmou em uma publicação pública de 6 de novembro que sua ação contra o Irã havia impedido o país de adquirir uma arma nuclear. Alegou que, sem sua intervenção, Israel e o Oriente Médio como um todo não teriam sobrevivido. Essas afirmações eram sua versão da campanha anterior, em vez de um anúncio de uma nova decisão militar. A pressão econômica dos Estados Unidos sobre o Irã também continuou em 6 de novembro. O Departamento do Tesouro incluiu 8 empresas canadenses de serviços monetários na lista de sanções, alegando que elas facilitavam a evasão das sanções contra o Irã. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse: “O Tesouro vai perseguir e interromper os canais financeiros do regime iraniano em qualquer lugar do mundo.” O departamento afirmou que sua campanha de pressão tem como alvo o financiamento do terrorismo, de violações dos direitos humanos e de ataques contra pessoal dos Estados Unidos e aliados.

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